topomar4.gif (26337 bytes)

 Menu
Inicial
Perfil
Blogs
O homem da minha vida
Jornal do Blogueiro
Blogosfera
Troca de comentários
Fotolog
Algumas fotografias
Os homens da minha vida
Artigos sobre blogs
Poesia
Sobre livros
Música portuguesa
Contacto
 






Sobre livros:: Comentários sobre livros que li em 2004
9 Sempre há uma chance  ( Lucimara Breve )

Lucimara Breve
"Sempre há uma chance" Romance mediúnico Pelos Espíritos Hermes e Lucius Psicografado por Lucimara Breve

Esse livro não é meu. Sabendo que eu gostava muito de romances mediúnicos, o Kinho me emprestou, assim como um outro, que ainda não li ainda. Sempre acabava por colocar algum livro na frente. Então resolvi lê-lo essa semana, para poder também entregá-lo. Domingo passado o meu querido amigo Jó me pegou com esse livro nas mãos. - Esse livro é brasileiro? - Como sabe? - respondi confusa. Ele explicou-me e afinal o motivo era muito simples: - Aqui essa palavra não existe. - Chance? - É. Realmente. Foi então que eu percebi que aqui em Portugal nunca via a palavra CHANCE, só a palavra OPORTUNIDADE. Encucada com isso, no momento em que escrevia esse post, fui consultar meu dicionário português ( português de Portugal ). Realmente, a palavra não estava lá... Mas deixemos de trelelês porque o que eu quero falar mesmo é sobre o livro. Inicialmente não estava gostando do livro. Excessos de "este" e "esta" se referindo ao sujeito da frase costumam me irritar. Além disso, a pontuação não facilitou muito para que o texto se tornasse muito agradável. Entretanto, fora esses detalhes técnicos da leitora exigente aqui, a estória é bem legal. Fala principalmente sobre o poder da nossa mente, sobre o quanto podemos usá-la para nos prejudicar como para nos ajudar. Alguns trechos que gostei: "Mesmo quando não conseguimos entender os fatos, como as coisas acontecem ou o porquê daquilo, isto não significa que esteja errado. " "(...) algumas pessoas dizem ter medo da morte, mas não é a morte em si que que as assustam e sim a falta de conhecimento sobre isto. (...) Na verdade o que eu sinto não é o medo de escuro e sim medo de ficar sem luz. O escuro nada mais é do que a falta da luz, assim como a morte nada mais é do que a ausência da vida, pelo menos no modo materialista de ver as coisas, pois nós sabemos que não é assim que a coisa funciona. " Mostra também que todos nós temos a chance de mudar.

 Busca

Procure por palavras nessa página :

 

on-line

Última atualização: 30/08/04