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| "O Código Da Vinci" |
Maravilhoso! Esplêndido! Se não fosse um ou dois pequenos detalhes, eu
poderia até dizer que esse livro era perfeito!
Acabei de ler na sexta. Fiquei completamente encantada com a maneira
do Dan Brown escrever. Se eu escrevesse ( ou melhor, desenvolvesse o
tema ) com 10% da capacidade dele, já me consideraria uma escritora de
sucesso.
Tudo começa com a morte do conservador do Louvre. Sendo o último a
possuir um grande segredo, deixa pistas e códigos para que o historiador
Robert Landgon e a sua neta Sophie possam desvendar o mistério.
Achei interessantes as explicações sobre a "linguagem oculta" nas
obras de Leonardo Da Vinci.
Robert e Sophie acabam por se tornar fugitivos da polícia, enquanto
tentam descobrir o código. Tudo isso que conduzirá à Chave de Abóbada
que possui o mapa para o Santo Graal ( Sangreal ).
O livro possui muitas explicações sobre o sagrado feminino, o cálice,
a rosa, Maria Madalena, ou como preferirem chamar...
Gostei muito da maneira que o autor conduziu a estória. Capítulos
geralmente curtos, mas que sempre te deixavam com curiosidade para o que
vinha a seguir. Entrentanto, no capítulo seguinte, geralmente ele
contava outra cena, falava de outro personagem e só no capítulo seguinte
desvendava aquele mistério que matutava anteriormente... Assim, as mais
de 530 páginas do livro não foram nada cansativas. Foram sobretudo muito
empolgantes! Além disso, o que me cativou foi todo o trabalho de
pesquisa que o livro teve, e com isso todo o cuidado...
O livro faz-nos refletir sobre as verdades, ou melhor, sobre aquilo
que sempre nos imporam como A Verdade. Faz-nos refletir sobre o
inquestionável, sobre o que nunca ousamos refletir. Nas verdades que
sempre acreditamos. No que mudaria o mundo caso deixássemos de
acreditar. No que a verdade influencia.